Conversar com as artes visuais na escola e no museu
Rachel Vianna

Conversar com as artes visuais na escola e no museu

o curso Complementar “Conversar com as artes visuais na escola e no museu” tem como proposta apresentar um conjunto de referências teórico-metodológicas que possam subsidiar profissionais da educação formal e não formal a planejar e conduzir atividades voltadas para aproximar obra de arte e observador, contribuindo para aprofundar o âmbito e a qualidade desse encontro. 

Crédito: Cleverson Gonçalves de Andrade

A Arte Contemporânea e os Limites da História
Rizzia Soares

A Arte Contemporânea e os Limites da História

O curso trabalhará alguns dos limites impostos à historiografia oficial, que trata de forma neutra e universal pressupostos eurocêntricos, ou seja, produzidos por esse modelo de pensamento. Nosso foco será a produção de imagens, tendo como objetivo problematizar a naturalização de modelos e teorias que são excludentes e incoerentes com o cenário brasileiro.

A curadoria inacabada: processos colaborativos
Juliana Gontijo

A curadoria inacabada: processos colaborativos

O curso tem como proposta refletir sobre os processos coletivos, horizontais e colaborativos nas práticas curatoriais das artes contemporâneas. Através de estudos de casos, serão abordados a constituição de coletivos curatoriais, as práticas colaborativas envolvendo artistas e curadores, os processos de organização coletiva, o trabalho curatorial online e o uso de pedagogias ativas na curadoria.

Meninos Vestem Azul e Meninas Vestem Rosa?
Albert Drummond

Meninos Vestem Azul e Meninas Vestem Rosa?

O curso Complementar “Meninas Vestem Rosa e Meninos Vestem Azul? A desconstrução da hegemonia semiótica por meio da História das Cores”, tem como objetivo desconstruir a imagética construída em torno das cores Rosa e Azul, evidenciando dentro da História das Cores, da Arte e do Imaginário como cada uma delas ganharam as simbologias ao qual são pertencentes.

Em Janeiro de 2019 a Ministra da Mulher, Família e Direitos Humanos do governo Jair Bolsonaro, Damares Alves, afirmou que “menino vestem azul e menina vestem rosa”, uma fala carregada de preconceito que atribui à essas duas cores, gêneros. Como chegamos à essas significações? Quando dentro da história da arte, do marketing e da publicidade essas cores passaram a representar sexualidades? Esse curso complementar, portanto, visa esclarecer e desvendar, como chegamos e predeterminamos os sentidos que elas possuem hoje e como elas influenciam no nosso cotidiano e continuam reafirmando e recriando significados.